Thu 27 Nov 2008
Vampiros é a minha área de grande interese. Sempre curti o tema e inclusive coleciono DVDs de qualquer filme que eles façam parte. Por isso mesmo fiquei até surpreso por nunca ter ouvido falar sobre a série de livros de Stephenie Meyer sobre o clã Cullen. Até compreensível já que é voltado mais para o público adolescente e (infelizmente) passei dessa fase. De qualquer maneira estava lá eu presente no dia seguinte à estréia, por coincidência no Estado americano que é inclusive é a residência dos personagens, pelo simples fato que é o estado americano onde o sol raramente aparece. Bom para vampiros, não?
A persongem central é Bella, uma adolescente super fechada que vai morar com o pai neste quase-fim do mundo. Na nova escola, ela arrasta uma asa para um tipinho estranho, que tem um topete que faz inveja ao Morrissey e tem uma certa cara de chorão mas com um olhar penetrante que mexe muito com ela.
Edward Cullen (o topetudo) é estranho e anda com seus “parentes “em separado pela escola e acaba se envolvendo com Bella, que vai descobrindo aos poucos que a estranheza dele se deve ao fato dele ser um chupa-sangue.
O filme foca muito mais no flerte dos dois que propriamente dito no lance vampiresco do filme. Tanto que os efeitos especiais de velocidade são do nível Buffy Caça Vampiros e tem certas mudanças na mitologia vampiresca que me irritaram um pouco como (marque com o mouse para poder ler este spoiler): por favor, brilhar no sol é demais, não? Purpurinado?!?! .
O que segura o filme é a boa química entre os atores. Bella e Edward encaixam bem e seguram o filme, mesmo durante falas como “nossa, sua mão é tão fria”. É interessante ver também os vampiros jogando baseball mas falta os efeitos e explorar um pouco mais a vida dos vampiros vegetarianos.
Sofri no filme. Eu acho que era o único homem assistindo. O resto era tudo adolescente, suspirando toda vez que que o vampiro topetudo aparecia. No final das contas, curti o filme como um bom programa de Sessão da Tarde.