Como um ávido cinéfilo, nem sempre posso ir ao cinema e por isso mesmo sempre fui sócio de várias locadoras. Ultimamente estava plenamente satisfeito com a minha DVDClubonline que é muito boa, diga-se de passagem. Acontece que cada vez mais tinha menos tempo para assistir e comecei a pagar fortunas de multas e isso foi me irritando.
Seguindo a dica do meu mestre bloqueiro Gui Leite, resolvi dar uma chance para a NetMovies, um conceito diferente de aluguel que já é bem estabelecido nos Estados Unidos e confesso que fiquei bem impressionado.
A idéia é a seguinte; você paga uma mensalidade fixa, no meu caso, R$ 28,00 para sempre ter 1 DVD em casa. O que isso quer dizer? Eu faço uma lista de desejos no site da NetMovies e eles entregam o 1o da lista. Quando terminar de assistir, na velocidade que eu quiser, apenas comunico ao site que já terminei e eles agendam uma coleta, já deixando o próximo da lista.
O filme vem em um envelopinho de plástico parecido com aqueles do SEDEX, que é utilizado para lacrá-lo após ter assistido o filme para deixá-lo na portaria.
O processo é fácil e indolor. Fiz alguns testes e, como tudo na vida, tem uns poréns. O acervo é ótimo e segundo Daniel Topel, Presidente da NetMovies, a idéia é expandir o atual acervo de 11 mil DVDs para abranger todos, isso mesmo, todos os DVDs já lançados no Brasil. Isso sem dúvida é algo bem respeitável, principalmente se você for um grande fã de séries pois assim você pode ver os episódios sem pressa com medo daquela maldita multa tradicional por atraso. Ainda assim, eu como um bom fanático por coisas diferentes, sinto falta de DVDs Área 1 que a DVDClubonline oferecia pois afinal de contas, tem muitos títulos que sequer são lançados aqui.
Outro detalhe que tem que se ter em mente é que a NetMovies não é para quem tem pressa para ver aquele lançamento. Não há entrega de filmes em feriados ou fins-de-semana e assim as vezes a troca de filme possa demorar. Para isso, recomendo um plano que permita mais filmes em casa por vez (para 2 DVDs, o custo é de 39 reais).
Só sei que eu estou MUITO satisfeito. Já até fiz um agendamento para testar o ue acontece se eu esquecer de deixar o filme na portaria; nada! Nem esporro a gente toma, não é bom? Logicamente, tive que agendar outra entrega mas tudo bem.
Mais novidades virão, de acordo com o Daniel e estou ansioso. Torço para que dê muito certo pois afinal de contas, é um empreendimento totalmente nacional e só por isso, temos que dar uma bela força. Dá até para fazer pedidos via celular! Quer mole ou quer mais?
Filme badaladíssimo no festival de Berlim do ano passado. Uma co-produção de “trocentos” países (Reino Unido, Alemanha, França, Bélgica e até Luxemburgo) falada em inglês com uma sinopse interessante; a viúva Maggie vendeu praticamente tudo que tinha para poder financiar o tratamento de seu neto Ollie, que sofre de algum tipo de câncer não explicado pelo filme. Aparentemente a última chance para a cura de Ollie está na Austrália e Maggie fará de tudo para conseguir levantar o dinheiro para o tratamento. Um belo dia, andando pela zona de meretrício de Londres, ela vê em um sex shop uma placa onde diz: “Precisa-se de ajudante” (ou algo assim) e ela resolve se candidatar, crente que seria para limpeza e servir chá. Não era bem isso, a vaga era para uma masturbadora, ou seja, o cara fica de frente para uma parede, mete o “bigurillho” em um buraco e a mulher bate uma para o cara sem ele saber quem está fazendo isso. O diretor Sam Garbarski toma o cuidado para que não apareça em cena nenhuma genitália, talvez para manter a censura menor mas as
Tentada pelo dinheiro (algo como 2 mil reais por semana) ela aceita o emprego e pasmem! Ela é boa nisso! Formando uma boa clientela, acaba por ganhar a alcunha de Irina Palm. Logicamente quando o dinheiro começa a fluir, o filho começa a ficar com a pulga atrás da orelha. Afinal, de onde esse dinheiro está vindo? As amigas de carteado também querem saber o que Maggie fica fazendo até tarde.
O problema do filme começa aí; em vez de falar uma mentirinha, Maggie faz questão de dizer que tem um segredo. Oras, é claro que isso vai incitar à todos para descobrir o que Maggie tanto faz. Outra ponta incômoda do filme é a indecisão do seu gênero; é comédia? É drama? Ele não fica nem aqui, nem lá. Tem cenas divertidas como Maggie decorando seu cubículo com flores, quadrinhos e atendendo os clientes de avental mas são muito poucas para considerar uma comédia. Também não chega a ser um drama pesado até por causa da interpretação de Marianne Faithfull que absolutamente não muda o filme todo. Ela fica com a mesma cara o tempo todo, o que não ajuda a você conectar muito com a personagem. Com isso, o filme perde um pouco do seu impacto e acaba sendo apenas uma premissa interessante.
A partir de abril, chega às locadoras a aguardada quarta temporada de “Lost”, um dos seriados de maior sucesso da TV americana. A novidade é que esta temporada será lançada em DVD mais cedo do que nunca – com exclusividade para as locadoras. Serão 13 episódios, divididos em seis discos. A cada 15 dias, chegam dois capítulos inéditos para locação. No dia 23 de abril, por exemplo, o consumidor já poderá alugar o disco 1, que traz os episódios 1 e 2. Os demais discos têm lançamento nos dias 7 de maio, 21 de maio, 4 de junho, 18 de junho e 2 de julho. Exibido em mais de 70 países, “Lost” ganhou fãs no mundo inteiro ao iniciar a trama com um acidente de um avião, que saiu de Sydney, na Austrália, com destino a Los Angeles, nos EUA, e caiu numa misteriosa ilha tropical em algum lugar do Oceano Pacífico. Estima-se que o primeiro episódio da quarta temporada tenha sido visto por 16 milhões de pessoas.