Cinemas Brasileiros


WrestlerNão adianta, depois de assistir esse filme eu o encaro como O Campeão (The Champ – 1979) dos anos 2000. Para quem não curtiu esse clássico do xororô da sessão da tarde (”Vamos campeão! Levanta, vai! Fala comigo!” nossa, isso não da minha cabeça).

Assim como O Campeão, este filme conta a história de um lutador, neste caso de luta livre, que já foi alguém e agora está no fundo do poço e mostra sua vida cotidiana, hiper dramática. A história é só isso mas nem por isso quer dizer que seja ruim. Muito bem dirigido pelo Darren Aronofsky (Pi e Requiem para um Sonho), muitas vezes o diretor usa a figura de “linguagem” legal de colocar a câmera seguindo o ator, como se fosse um documentário e ao mesmo tempo como se fosse ele entrando no ring.

Sem dúvida Mickey Rourke está ótimo no papel mas não posso deixar de concordar um pouco com o Rubens Ewald Filho que deu um ataque de pití quando ele ganhou o Emmy de melhor ator. Se você transportar o ambiente de luta livre para o cinema, o personagem Randy é o próprio Mickey Rourke, o cara que teve tudo e foi ao fundo do poço.

Para quem não se lembra, Rourke foi um dos atores mais badalados do fim dos anos 80, emplacando seguidamente clássicos como Diner (1982), 9 1/2 Semanas de Amor (1986), Coração Satânico (1987) . Depois ele entrou numa que queria ser lutador de boxe, estropiou toda a cara e virou uma diva, reclamando de todos os convites para filmar que recebia.

Além da pena que o filme desperta de Rourke, é interessante ver o circuito B da luta livre, onde os caras apanham de verdade. Isso fica meio fora das críticas pois tudo é focado no dramalhão que é a vida de Randy mas ainda assim é bem interessante. Os elementos de drama estão lá; cara famoso que se agarra com unhas e dentes no passado, vive miseravelmente, tem empregos de segunda categoria e se apaixona pela mulher errada. Além disso tudo (aí difere do O Campeão), é um péssimo pai e vive sozinho, só se lembrando da filha quando a situação fica crítica.

É um filme comovente, de baixo orçamento, muito bem dirigido, interessante até um certo ponto, com ótimas atuações é uma trilha sonora rock n’roll dos anos 80, com direito à Sweet Child O’ Mine dos Guns N’ Roses e tudo, que assim como  o Bruce Springsteen doou os direitos da música de graça pois o filme não tinha cacife para pagar.

Sinceramente não acho que Rourke mereça o Oscar por esse filme. Ele está muito bem, mas não precisou de nenhuma pesquisa ou desenvolvimento para o personagem, foi apenas se olhar no espelho.

ProcuradoJá conhecia esse diretor russo (Timur Bekmambetov) por causa de sua trilogia de filmes russos de vampiros que recentemente bateram todos os recordes de bilheteria na Rússia e que inclusive sua 2a parte participou do festival do Rio do ano passado (Guardiões do Dia). Apesar de falhar muito no enredo, o visual dos dois primeiros filmes (o 3o vai sair ano que vem) são impressionantes e originais. Quando li que ele dirigiria um filme baseado nos quadrinhos de Mark Millar, fiquei bem interessado, ainda mais quando ele escalou James McAvoy (O Último Rei da Escócia) Morgan Freeman e a deliciosa Angelina Jolie, fiquei de antena ligada. (more…)

2472181430_448e8ea9b7_o.jpgLeandra Leal mostra todo seu potencial e sua verdadeira alma nesse longa metragem de Murilo Salles (do recente Arido Movie).

Basedo nos livros de Clarah Averbuck, NOME PRÓPRIO explora as paixões e desilusões de Camila(Leandra Leal), mostrando tudo, inclusive a nudez quase natural da excelente atriz que nasceu do teatro e está nas novelas globais apenas pelo dinheiro, com certeza.

Fotografia quase sempre certa, bem natural e crua, o filme peca as vezes nos diálogos forçados de atores não tão bem preparados e em textos sobrepostos a imagem simulando posts no blog da personagem central.

Camila é uma sonhadora, quer escrever seu livro usando sempre metáforas e poesia para ilustrar seus problemas diários quase sempre ligados aos homens de sua vida. O filme explora a sexualidade de uma forma natural e sem censuras, de forma inteligente.

Rodado em São Paulo e Rio de Janeiro, o filme é sem duvida um ótimo exemplo de cinema nacional alternativo e que dá certo.

O marketing foi todo baseado em internet, usando blog, orkut, fotolog, youtube, flickr, twitter, myspace

Estréia programada para Julho. Vale a pena.

ControlEu assisti esse filme já faz um tempinho, no festival do Rio do ano passado e como vi que deve entrar em cartaz agora, resolvi escrever sobre ele. Naquele dia do festival, eu assisti dois filmes biográficos de músicos; esse e outro do Bob Dylan (I’m not there). Não poderiam ser mais diferentes um do outro, assim como seus protagonistas.

Control trata dos últimos cinco anos de Ian Curtis, vocalista de uma das bandas mais cults do início dos anos 80; Joy Division. Filmado todo em preto e branco pelo cultuado diretor de clips Anton Corbijn (US, Red Hot, Metallica e etc) mostra muito bem a vida de Curtis levava aos 17 anos na cidade industrial de Manchester, Inglaterra. Desde sua experiência com drogas, suas influências musicais, seu casamento  precoce com a namorada de seu amigo e sua entrada para a banda. Acontece que Curtis não estava preparado para o que estava por vir. O sucesso começou a surgir, um filho veio, o medo da responsabilidade e principalmente, começou a ter ataques epiléticos. Com tudo isso, ele não consegue decidir que caminho seguir, só vislumbra uma saída.

Corbijn não tenta explicar nada. Apenas no terceiro ato que temos uma narração em off dos diários de Curtis para nos mostrar um pouco o que ele pensava .Mesmo assim, ao contrário do filme de Bob Dylan, que presume que você seja um grande fã do cara (o que não sou, por isso odiei o filme), este filme tem início, meio e fim que, senão agradar, pelo menos faz algum sentido. Logicamente você sendo fã da banda vai apreciar muito o filme. No meu caso, conhecia apenas 3 músicas e sabia de sua história (sendo isso que me levou à assisti-lo), ainda mais que adorava New Order, banda com os remanescentes do Joy Division.

Mesmo sendo um filme eminementemente depressivo, tem alguns momentos divertidos, principalmente quando entra em cena o agente Rob Gretton, com seus diálogos ricos. Mesmo assim, é inevitável sair do cinema cabisbaixo, ainda mais com a grande atuação de Sam Riley como Curtis, que brilhantemente transmite com seu olhar a dor e a sensação de impotência perante tudo que acontecia à sua frente, bem como ele escrevia nas letras melancolicamente românticas da banda. Vale a pena conferir.

Speed RacerEsse é o tipo de filme que já nasceu esquisito. Rezam as más línguas que quando os irmãos Wachovsky, após receberem a informação que o filme V de Vingança arrecadou 70 milhões de dólares ao longo de semanas, o mesmo faturamento que A Era do Gelo 2 tinha feito em um fim-de-semana apenas, resolveram desenvolver um projeto de um filme família. Como o produtor Joel Silver tinha os direitos do anime Speed Racer, mais que depressa ofereceu aos irmãos esquisitões.

Um filme onde até os diretores almejam mais o $$ que propriamente o filme já me soa estranho. Além disso, nunca fui muito fã do desenho, para falar a verdade mal me lembro. O que mais me marcou naquele anime era a musiquinha (que era boa) e a abertura que eu costumava meio que sacanear pois era o Speed saltando e ficando parado em uma posição ridícula congelado. Além disso, lembrava assim de outros poucos detalhes. Quando os criadores de Matrix entraram no projeto, fiquei bem curioso, ainda mais quando começaram a montar um grande elenco com Susan Sarandon, Emile Hirsch, John Goodman, Matthew Fox e Christina Ricci, achei até que teria um futuro. Quando li a sinopse e vi o trailer, tudo foi meio por água à baixo.

Para começar, um filme onde se tem um chimpanzé que as pessoas tratam como humanos, não dá para ser levado à sério. Tornou o filme automaticamente um filme apenas infantil. Para tentar dar um ar “família”, colocaram um plano maquiavélico onde as corridas são todas arranjadas que o vilão explica em 5 minutos e é altamente complexo, ou seja, será totalmente ignorado pelos pequenos e não será absorvido pelos adultos.

O roteiro é praticamente inexistente, apenas linhas de argumento para justificar a ação desenfreada. Mesmo assim, dá para ver que os atores se empenham mas é quase deprimente ver uma atriz do porte de Susan Sarandon interpretando um personagem chamando Mom Racer.

Nem tudo está perdido. Se o roteiro existe como pretexto para os efeitos, estes são espetaculares. O problema que além dos efeitos reais, muitos efeitos psicodélicos, anos 70 estão presentes para dar mais ainda o ar de anime. Esses eu achei exagerados, chegando até a quase dar dor de cabeça. Vale lembrar que todas as corridas são totalmente em 3D, algo incrível feito mais uma vez pela grande ILM. Para mim esses efeitos estão tão revolucionários quanto foi Jurassic Park em 1993. Mérito também para a edição, que se utiliza do fato de tudo ter sido filmado contra um fundo verde para utilizarem transições ótimas para contar o passado dos personagens.

Ao final, até que o filme foi melhor que eu esperava (para você ter uma idéia do que eu estava imaginando), os efeitos são ótimos e todos os elementos do desenho estão presentes, para a alegria dos fãs (coisa que não sou) mas ainda assim, não vale o ingresso, a não ser que você seja um cara fissurado em 3D (como eu).

Ahhh, não vi o carro da Petrobras, que desembolsou 1 milhão de dólares para tê-lo no filme e ainda ter o direito de utilizar a marca Speed Racer em promoções. Não sei se foi uma boa pois até agora, na 2a semana de lançamento, o filme arrecadou só 30 milhões de dólares, contra os 120 milhões que custou.

Baseado em uma história verídica? Nem tanto. Divertido? Um pouco. Muita ação? Néééé. Ou seja, é um filme mais ou menos.

Levemente inspirado no livro “Bringing Down the House” conta a história de um grupo de alunos do MIT crânios em matemática que orientados por um professor cheio de má intenção (o ótimo Kevin Spacey) treinam contar cartas para ganharem muito dinheiro nos cassinos de Las Vegas e vêem suas chances aumentarem com a chegada de um novato (Jim Sturgees). Claro, nem tudo sai como planejado.

Esse é o problema. O filme fica no campo do quase e não entra em um ritmo de thriller. O personagem de Sturgees, do qual sou fã desde Across the Universe, é um crânio que vive em sua bolha nerd com seus amigos fazendo robozinhos e vê um boa oportunidade para ficar perto da gostosona do campus entrando no tal clube de matemática. Claro, ele com isso renega a nerdarada e parte para Las Vegas. Eu levei um tempão para entender a metodologia de contagem das cartas e me senti altamente limitado por causa disso.

Las Vegas em si só aparece da metade para frente, onde o tal plano soa deveras forçado até pelos códigos estipulados (por favor, o que é aquele braço para trás da cadeira? Quem se espreguiça assim?). De positivo, os efeitos visuais e cenas panorâmicas da cidade.

Logicamente rola um deslumbramento quando eles conseguem ganhar dinheiro e daí as coisas começam a dar errado.

Falei acima que é levemente inspirado no livro pois o livro o time é de americanos descententes de asiáticos e não como no filme e por aí vai.

O filme é ok. Médio. Passa. Não mais do que isso.

Irina PalmFilme badaladíssimo no festival de Berlim do ano passado. Uma co-produção de “trocentos” países (Reino Unido, Alemanha, França, Bélgica e até Luxemburgo) falada em inglês com uma sinopse interessante; a viúva Maggie vendeu praticamente tudo que tinha para poder financiar o tratamento de seu neto Ollie, que sofre de algum tipo de câncer não explicado pelo filme. Aparentemente a última chance para a cura de Ollie está na Austrália e Maggie fará de tudo para conseguir levantar o dinheiro para o tratamento. Um belo dia, andando pela zona de meretrício de Londres, ela vê em um sex shop uma placa onde diz: “Precisa-se de ajudante” (ou algo assim) e ela resolve se candidatar, crente que seria para limpeza e servir chá. Não era bem isso, a vaga era para uma masturbadora, ou seja, o cara fica de frente para uma parede, mete o “bigurillho” em um buraco e a mulher bate uma para o cara sem ele saber quem está fazendo isso. O diretor Sam Garbarski toma o cuidado para que não apareça em cena nenhuma genitália, talvez para manter a censura menor mas as

Tentada pelo dinheiro (algo como 2 mil reais por semana) ela aceita o emprego e pasmem! Ela é boa nisso! Formando uma boa clientela, acaba por ganhar a alcunha de Irina Palm. Logicamente quando o dinheiro começa a fluir, o filho começa a ficar com a pulga atrás da orelha. Afinal, de onde esse dinheiro está vindo? As amigas de carteado também querem saber o que Maggie fica fazendo até tarde.

O problema do filme começa aí; em vez de falar uma mentirinha, Maggie faz questão de dizer que tem um segredo. Oras, é claro que isso vai incitar à todos para descobrir o que Maggie tanto faz. Outra ponta incômoda do filme é a indecisão do seu gênero; é comédia? É drama? Ele não fica nem aqui, nem lá. Tem cenas divertidas como Maggie decorando seu cubículo com flores, quadrinhos e atendendo os clientes de avental mas são muito poucas para considerar uma comédia. Também não chega a ser um drama pesado até por causa da interpretação de Marianne Faithfull que absolutamente não muda o filme todo. Ela fica com a mesma cara o tempo todo, o que não ajuda a você conectar muito com a personagem. Com isso, o filme perde um pouco do seu impacto e acaba sendo apenas uma premissa interessante.

JumperO trailer desse filme pareceu-me bem legal e eu gosto do diretor Doug Liman (Identidade Bourne e Sr e Sra Smith). Uma idéia nova para ficção científica sempre é bem-vinda e esse filme conta a história de David Rice (Hayden Christensen, Anakin de Star Wars III), que descobre ter o poder de se teleportar instantaneamente para qualquer lugar que ele tenha apenas visto, seja em foto ou in loco. Acontece que parece que pegaram o livro e diluíram em água. O roteiro segue a receita de bolo onde conta a origem do herói, mostra o a garota que vai atrapalhar a vida dele (Rachel Bison) e apresenta o vilão que vai ser mal feito o pica-pau (Samuel L. Jackson).

O roteiro é cheio de furos e altamente previsível. Você vê claramente o passo futuro do personagem. O que salva um  pouco é o personagem Jamie Bell (O dançante Billy Elliot) que funciona como aquele cara que já tem o poder há algum tempo e vai explicando a história para o personagem principal. Mesmo assim, ele meio que some no climax do filme, exatamente na hora que o herói precisaria de ajuda. Ajuda? Que nada, ele consegue tudo sozinho. A impressão que dá é que este filme já foi feito para ser uma trilogia, mas que não se foi muito pensado nos próximos, então deixaram várias pontas abertas, até demais. Outra coisa que incomoda solenemente é a interpretação péssima da Rachel Bison, a Summer do The O.C. é triste, só nos deixa com raiva dela. Outro furo do roteiro que me irritou solenemente foi o fato da Millie (Bison) ter topado, depois de trocar apenas 2 frases (exatamente duas frases) com David, ir para Roma com ele, mesmo eles estando 5 anos sem se ver! E ainda me vira, quando chegam a Roma, me solta a pérola :”Puxa, nem acredito que 18 horas atrás estávamos em Ann Harbour”. Faça-me o favor… Nem vou falar da mãe para não me chatear.

Nem tudo é lixo neste filme.  O efeito do teletransporte é muito bem feito pela Weta Workshop (a mesma da Trilogia do Anel e King Kong) e interessante o lance da “força” ao redor e a fenda. Apesar do roteiro ser fraquíssimo (Goyer, isso foi culpa sua?) tem certas características interessantes como por exemplo o cara tem o poder mas nem por isso ele quer ser herói. Ele está mais preocupado é descolar dinheiro para ele e conhecer o mundo. Ele só salva a garota porque ele é afim dela e só. Isso foi original, pelo menos.

Deixe para alugar. Assim você fica se perguntando no conforto do seu lar por que o personagem de Jackson está com o cabelo descolorido.

Eita filmezinho complicado de se criticar mas ótimo de se debater. Isso por si só já vale assistir, é assunto na certa por pelo menos uns 30 minutos em um bar.

Baseado no best seller de John Krakauer, Sean Penn (isso mesmo, aquele ator) narra a vida de Christopher MacCandless, um jovem que logo após terminar a primeira parte da faculdade (no esquema Americano isso pode acontecer) com grandes perspectivas de entrar em Harvard e tudo mais, larga tudo, doa toda sua poupança (24 mil dólares para a universidade) e cai na estrada, vivendo sem dinheiro, entre uma vida de ermitão e biscateiro cruzando os Estados Unidos, até chegar no que ele próprio chamava de a “Grande Aventura no Alasca”.

O filme em si, como filme, é bom. Não espetacular. Bom. Ele é um pouco cansativo demais e tem diálogos (que acredito até por força do próprio Chris na vida real) soa demais panfletário como a narração em off da irmã que diz que Chris quer se desvincular dessa vida burguesa e sociedade falsa em que vive, ou então quando o próprio Chris vira e diz que “carreira é coisa inventada do século XX”. Ele é um filme linear no que tange emoções. O que mexe com você é o todo e não momentos dentro do filme. O visual é algo impressionante, feito pelo mesmo diretor de fotografia de Diários de Motocicleta, diga-se de passagem. Destaque também para a trilha sonora de Eddie Vedder com sua voz incrível cantando blues/folk.

O que pesou para mim contra o filme é o personagem em si. Não estou falando da atuação de Emilie Hirsch, que está ótimo no papel principal – falo sim do “Alexander Supertramp”, pseudônimo utilizado por Christopher MacCandless durante suas andanças pelos Estados Unidos. A impressão que tive que ele era um crianção rebelde, que ficou decepcionado por erros do passado de seus pais, leu uns livros que mexeram com ele e achou que podia tudo, inclusive ir para o Alasca sem qualquer mapa, orientação ou até mesmo equipamento necessário de proteção. Ele jamais escreveu para casa, sequer para a irmã que teoricamente tinha uma conexão forte. Quem ele pensa que era? Quem era ele para julgar os pais daquela maneira? Se ele era tão descolado, por que não conversou com os pais para tentar entender? Isso para mim criou um certo distanciamento com o personagem, o que dificultou o meu envolvimento com o filme. Para piorar, não sou fã sequer de camping, quanto mais morar em cavernas no meio do deserto.

por Divulgação

Chega de Saudade’’, de Laís Bodanzky, atraiu 21 mil espectadores às salas de cinemas no último final de semana, quando abriu com 31 cópias e conquistou uma média de público de 670 pessoas por sala. A abertura foi excelente nos cinemas de arte.
Chega de SaudadeA trama de “Chega de Saudade’’ se passa numa única noite. Mais especificamente na pista de dança de um clube onde os personagens de Leonardo Vilar, Tônia Carrero, Betty Faria, Stephan Nercessian e Cássia Kiss vivem suas histórias de amor, suas frustrações e traições.

Vale lembrar que o longa-metragem conquistou três candangos no 40º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro: o de melhor direção, melhor roteiro e melhor filme pelo júri popular.

Laís Bodanzky é mais conhecida por “Bicho de Sete Cabeças’’ (2000).

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