DVD


Moviecast com abertura novamente!! :D Em vez de ficar procurando o original, resolvi pegar de um arquivo antigo a excelente abertura gravada pela minha grande amiga Bia Kunze.

Neste episódio falo sobre:

- The Hangover – Comédia divertidíssima do de Todd Phillips, o mesmo diretor de Starsky & Hutch, Old School e Roadtrip.
- Red Cliff – Épico chinês que marca a volta de John Woo à direção depois de 5 anos longe dos cinemas.
- Glee – Seriado de TV bem estilo High School Musical.

   

rocknrollaDepois de um tempinho parado (entretido com Madonna, talvez) o diretor britânico Guy Ritchie volta à ativa usando a mesma receita que o fez conhecido; o submundo londrino.

A história segue a mesma linha dos sucessos Dois Canos Fumegantes e Snatch; bandidos de um baixo nível acabam por se envolver em problemas dos peixes maiores, isso tudo narrado através de vários personagens com várias histórias paralelas.

O filme é bem divertido e tem um ritmo ótimo. Ritchie brinca com métodos diferentes de edição onde se pode ver muitas inspirações nos filmes de Tarantino, como a pintura que nunca é vista (lembram-se da mala de Pulp Fiction?) e a narrativa em flashback no meio do filme. A grande semelhança (ou homenagem) é a dancinha ridiculamente divertida de Gerard Butler e Thandie Newton, que se não chega a ameaçar a hegemonia de Travolta e Thurman, pelo menos diverte tanto quanto.

As atuações de Gerard Butler e Tom Wilkinson são perfeitas para os papéis assim como todo o elenco. Toby Kebbelc é um ator q não conhecia e está muito bem no papel do rockeiro drogado que acaba sendo pivô de uma grande confusão.

O filme termina com um big gancho para uma continuação, já inclusive com o título decidido; The Real RockNRolla e segundo o diretor/roteirista, vai ser uma triologia. Se for tão divertido quanto esse, estarei lá para assistir.

Transporter 3Como diria Renato Russo, sempre mais do mesmo. Se está vendendo e dando lucro, mesmo que pouco, por que não fazer mais uma continuação?

Neste filme, Frank agora tem que transporta um “pacote” complicado contra sua vontade, envolvendo-se numa trama Internacional de despejo de lixo tóxico na Ucrânia.

Esse lance do lixo tóxico não representa nem 15 minutos do filme. É apenas a desculpa para o “pacote” a ser entregue existir. Não muda muita coisa dos filmes anteriores para esse, a não ser a forcação de barra para colocar um par romântico, que diga-se de passagem é quase ridículo de tão forçado e insosso.

Isso se deve em parte à personagem que ao longo do filme deixa a idéia de ser aquele tipo de russa nuveau riche que curte uma balada em Ibiza e não tá nem aí para o mundo para se importar com às pessoas ao redor. O roteiro dá a entender que o relacionamento amoroso só rola pois ela acha que vai morrer, ou seja, algo do tipo “o primeiro que aparecer, eu vou. ” Sem contar que ela a personagem tem a maior pinta de adolescente, meio novinha demais para Frank. Além disso a interpretação da Natalya Rudakova é péssima, o que nem é culpa dela já que li em uma revista que ela foi “achada” na rua por Luc Besson e era cabelereira antes de entrar na carreira cinematográfica.

Um detalhe que achei interessante é que na sinopse oficial do filme é dito de cara que agora Frank tem que levar a filha de um medalhão ucraniano e o roteiro do filme trata isso como uma surpresa. Aparentemente só Frank não sabia que o “pacote” era a garota.

No final das contas, é um pouco melhor que o segundo filme da série pois aquele com a vilã de calcinha e meia-calça estava dose.

Em termos de ação, as lutas estão presentes, em menor intensidade que nos filmes anteriores, assim como as perseguições de carro mas se você é fã da série, não se preocupe, as proezas automobilísticas ainda estão presentes, com o mesmo Audi preto.

No todo, como escrevi no primeiro parágrafo, não é melhor nem pior que os outros, é a mesma coisa. O que para uns vai ser ótimo. Para mim, um bom filme de ação para a Sessão da Tarde.

Kung Fu Panda

Eu sou fãnzão de animação, seja tradicional ou 3D e curto quando dá para ver o quanto de pesquisa foi feito para a elaboração do filme. No caso deste filme, dá para ver que muito foi estudado e aparentemente o quão foi divertido trabalhar neste projeto.

O filme trata, como o título diz, de um Panda que sonha em ser um grande mestre de Kung Fu, como seus ídolos, os Cinco Furiosos.. Ele vê seu sonho se tornar possibilidade quando o mestre Shifu (será que traduziram de outra forma no Brasil?) se vê obrigado à treiná-lo para ser o Guerreiro Dragão, que vai defender a cidade do terrível Tai Lung. Logicamente, nada é tão simples assim e a partir daí a história se desenvolve.

O filme não tem um roteiro mesma profundidade que o Rei Leão, por exemplo. É bem direto e previsível para falar a verdade mas certos detalhes para quem curte a cultura chinesa saltam aos olhos. Todos os cenários parecem uma pintura oriental. A abertura do filme, onde Po (o Panda) narra uma aventura, é toda feita no melhor estilo animê, cheio de ação e contrastes. Até a vinheta da Dreamworks entrou na onda e está no estilo kung fu.Os Cinco Furiosos são animais que representam diferentes estilos de Kung Fu (garça, macaco, louva-deus, tigre e serprente) e Shifu quer dizer mestre em chinês.

As cenas de luta foram todas “coreografadas” por especialistas e como é em 3D, os ângulos da câmera são espetaculares, além de abusarem da câmera lenta. São excelentes e não são cansativas, o que é um ponto positivo. O que ficou devendo na verdade foi um certo aprofundamento dos personagens secundários, principalmente dos Cinco Furiosos, ainda mais se você levar em conta a galera que fez as vozes(Angelina Jolie, Seth Rogen, Jackie Chan, Lucy Liu e David Cross). O que tem mais profundidade é o mestre Shifu

Se você acha que só pessoas alienadas, sem cultura ou então pobres permitem (e até apóiam) uma ditadura ou então que isso nunca mais vai acontecer, seja no Brasil ou seja no mundo, esse filme é para você.

Esse filme mereceu eu ficar parando a cada 5 minutos para traduzir as legendas e assim entender o filme melhor. Descobri esse filme naqueles cartões postais perto do banheiro e resolvi checar do que se tratava, gostei do que vi na internet e comprei o DVD – Edição Especial na Amazon.de e não me arrependi. Filme espetacular!

Em uma escola de segundo grau alemã, ocorre a semana dos regimes políticos onde os alunos podem escolher que regime querem saber mais e assistem aulas (more…)

tradução seria Coelho sem Orelha

Um dos primeiros DVDs que comprei aqui na Alemanha foi exatamente o maior sucesso do cinema local no natal passado. Estrelado, dirigido, co-produzido por Til Schweiger, algo como o Gianechini local, o filme nada mais é que uma simples comédia romântica.

Jornalista/paparazzo (o próprio Til) não tem pena em atormentar estrelas se isso resultar em boa manchete para o jornal sensacionista que trabalha. Além disso é (claro) altamente mulherengo. Tudo muda quando é processado por causa de uma de suas matérias e para não ser preso, vai fazer serviços comunitários em uma creche que, para azar dele, é gerida por uma colega de infância que guarda muitos traumas contra ele. (more…)

Estava com vontade de ver um filme que não exigisse muito da minha intelectualidade e ao mesmo tempo me divertisse. Vi este filme dando mole e como sempre curti gibis, resolvi dar uma chance.
Amigos, é um filme totalmente sessão da tarde e para a faixa etária dos 6 aos 15 anos e digo que para esse público, o filme atende maravilhosamente bem.
Imagine um mundo que os heróis são comuns e aceitos. Tão aceitos que existe até um colégio para os filhos de tais heróis para treiná-los. Dependendo da sua habilidade, você é separado entre herói ou suporte (o politicamente correto do assecla). Will Stronghold é o filho dos dois maiores heróis da Terra mas seus poderes ainda não se manifestaram e como está indo para esta escola nova, ele sente a pressão de ter os pais tão famosos.

É um típico filme da Disney de adolescente, estilo Garotas Malvadas (Mean Girls) com aquela crise dos calouros na escola, tendo que lidar com os populares, os nerds excluídos e etc só que neste filme tem um tcham a mais o fato de todos terem super poderes, assim quando os malvados fazem algo, sempre utilizam seus poderes, o que é bem divertido, tenho que dizer.

É um filme feito com uma receita de bolo para o script mas os ingredientes ficaram ótimos e acaba sendo divertidinho. Kurt Russel, Kelly Preston, Bruce Campbell (ator super cult no mundo underground) e Lynda Carter, que faz uma ponta como a diretora da escola. Vale lembrar que ela fez, na década de 70, o papel de Mulher Maravilha no seriado da TV.

Pegue seus filhos e assista, com certeza vocês irão se divertir muito.